retro satanás. retro

Em constante delírio, desesperos alheios e vontade imprópria, percorre-me. retiras-me dor e cospes o sangue da vida. quero bebe-lo. quero banhar-me. quero atravessar o deserto e ser crucificado. de assassino contíguo sirvo-me das lendas. a perder a luz.

– vade retro satanás…?

e foi-me assim acostumado no corpo a receber mágoas e feridas abertas. cadáveres? ou talvez indistintos na frescura em ténue linha ardente… volta. volta…

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