um final juízo ou o canto dos cisnes negros

atravessamos o deserto, impunes. Sem dor (como é possível?). Perturbamos um qualquer deus perdido no limiar do horizonte. Perturbamos, enfim, o seu reino. Amplitude parca e poder indefinido decidimos ignorar. Expormo-nos ao perigo.

pensaste que teria desaparecido… nunca! percebeste? nunca! Desiste antes que o teu destino piore. Queres sofrer?

E a compreendermos o novo destino traçado por acatada decisão espinhosa e pungente. E no entanto sem sequer termos consciência. Cada vez mais compreendemos a natureza do medo e do mundo. Queremos recuperar um certo toque, uma certa ligeireza ou inocência relembrada. Queremos efabular…

– Queres perder-te no dia do juízo final? Dissimular, desvirtuar a tua figura?

Perdi-me. Entre mundos e fantasias descontinuei-me. Ame-se o próximo. perdi-me… a encontrar-me um dia sem conf… caí no chão e auto-ficção parou. Estou de novo a sentir a cabeça a latejar. o sangue reaparece ardente, vivo e a desfalecer não tarda…

piedade. de profundis clamo ad te…

sinto-me a sofrer. ou talvez a recuperar de um sono profundo, ou será um sonho?

Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão / Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão / Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão / Alterar )

Google+ photo

Está a comentar usando a sua conta Google+ Terminar Sessão / Alterar )

Connecting to %s