eternos alheios

foi nessa noite que fiz rir o diabo. desconjuntando-se a memória e estilhaçados os momentos de violência, barbárie e melancolia desregrou-se o limiar da (in)sanidade…

– transforma-te no teu herói. cantas o esplendor. da loucura. anda. aproxima-te. deixa-me ver-te a face. o olhar. os instantes sangrentos da…

e assim desci aos infernos sem decoro. transformei-me inteiramente numa sublime figura cadavérica. morri. ou melhor, talvez não, jazia ensanguentado por aí… perdido por entre frestas de pensamentos alheios. sim sim. consegui. é isso a eternidade. recortar-se da memória enquanto outros nos imaginam em franco arrefecimento sanguíneo.

memórias de desertor infinito. às armas…

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